O aluno deixa de ser o receptor de conhecimento apenas para ser também co-autor, ou seja, criador do próprio processo de aprendizagem. Ele poderá potencializar conteúdos através de chats, fórum, blog, entre outros.
Computadores e internet na escola, por si sós, não garantem a inclusão dos alunos e professores nesta cibercultura. Para que a interação aconteça, deve haver uma mudança de posicionamento do professor, que passará de transmissor para co-produtor das atividades que induzam ao conhecimento, pois agora neste ambiente todos podem participar, organizar e modificar a estrutura da mensagem.
Sem duvida, este é um caminho que não tem volta. Alguns professores podem relutar por mais tempo, mas este novo espaço virtual entrará em nossas vidas, socializando e informando. Para isso, nós futuros professores temos que adquirir e nos apropriar desse conhecimento com antecedência, pois neste novo contexto, deveremos modificar a nossa visão, nossa perspectiva e nossa conduta ao expressar o conhecimento.
A função do professor está mudando e ele será um formulador de problemas, um provocador de interrogações e um coordenador de equipes de trabalho que sistematizará as experiências e será memória uma viva de uma educação que valoriza e torna possível o diálogo e a colaboração de todos.